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Projeto que incentiva data centers avança na Câmara e reforça papel estratégico da tecnologia no Brasil

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei nº 278/2026, que institui o programa de incentivos fiscais para data centers no Brasil, conhecido como Redata. A proposta representa um avanço importante para o fortalecimento da infraestrutura digital do país e para a atração de novos investimentos no setor de tecnologia.

A aprovação ocorreu na madrugada de quarta-feira (25), durante votação no Plenário da Câmara. Agora, o projeto segue para análise no Senado Federal.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), destacou que a iniciativa pode estimular o desenvolvimento econômico e tecnológico do país. Segundo ele, a criação de incentivos para a instalação e expansão de data centers tem potencial para gerar empregos, ampliar investimentos e fortalecer a cadeia produtiva da tecnologia no Brasil.

De acordo com o parlamentar, o país possui condições favoráveis para se tornar um polo global de infraestrutura digital, especialmente por contar com uma matriz energética majoritariamente limpa e renovável. Esse fator é considerado estratégico para empresas de tecnologia que buscam ampliar suas operações de armazenamento e processamento de dados com menor impacto ambiental.

O programa Redata surge em um momento de forte crescimento da economia digital, impulsionada pela expansão da computação em nuvem, da inteligência artificial e do aumento do volume de dados gerados por empresas e usuários. Nesse contexto, os data centers tornam-se estruturas essenciais para sustentar serviços digitais, plataformas tecnológicas e sistemas de informação em larga escala.

Especialistas apontam que o fortalecimento dessa infraestrutura pode ampliar a competitividade do Brasil no cenário internacional, além de estimular a inovação e o desenvolvimento de novos serviços digitais.

Com a aprovação na Câmara, o avanço do Redata é visto como um passo estratégico para consolidar o país na economia digital, ampliando a capacidade tecnológica nacional e criando condições para a atração de investimentos de grandes empresas do setor. Agora, a proposta aguarda avaliação do Senado para que possa seguir para sanção presidencial. 🚀

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